Matéria: Mulher

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A escrita sempre foi meu martírio, a cada palavra uma parte da minha porção feminina é destruída, mas meu dilaceramento não é em vão, minha morte lenta concede espaço a tantas vozes silenciadas que meu fim chega com propósito, se transbordo não é por mim, é por tantas outras não ouvidas, é pelas que ficaram para trás e as que nunca chegarão, viverei eternamente pelas mulheres que construí escrevendo.

Thalita de Freitas

Thalita de Freitas

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