Rebeca Almeida

Rebeca de Souza Almeida tem 21 anos, é graduanda em jornalismo e uma grande entusiasta da literatura. Em 2017, com o início da graduação, mudou de Guariba (SP) para a principal cidade do centro-oeste paulista. Desde então, estagiou na área de comunicação da Prefeitura de Bauru durante dois anos. Em 2019, participou ativamente da construção da Revista Helenas, a primeira revista independente e com recorte de gênero em Bauru. No periódico, confeccionou a diagramação da primeira edição, além de escrever diversas reportagens. Atualmente faz a revisão de textos de outras colaboradoras da revista. Durante a graduação, participou do projeto de extensão Jornal Impacto Ambiental por 4 anos, passando pelos cargos de repórter, pauteira, e editora-chefe. Foi bolsista de Iniciação Científica pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em que desenvolveu a pesquisa “Jornalismo e comunicação pública para a governança das águas”. Escreve de cultura à ciência e, em 2020, foi uma entre os 10 selecionados para participar do primeiro programa de mentoria da Rede Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Ciência. Na literatura, escreve desde a adolescência, quando adotou para si o lema “incertezas e imprevistos”, que refletia os sentimentos perante os desencontros que a vida lhe proporcionava. Atualmente, se aventura a escrever quando algo lhe inquieta o cotidiano. Desde uma palavra nova que adiciona ao vocabulário, um acontecimento que quebra a rotina até a necessidade de desafogar sentimentos. Os temas principais são ancestralidade, família, desejos e a questão da mulher na sociedade. Sua primeira publicação foi na coletânea de contos O vazio não está nem quando é silêncio (2020), pela editora Mireveja, com o conto “Teatro no consultório”. Acredita que a literatura é uma ferramenta de denúncia de realidades que nem sempre são colocadas em evidência, legitimando experiências pessoais e coletivas. Mas, também é um meio de divertir. Ela tem o poder de abraçar diferentes pessoas, classes e contextos, pois todo mundo sempre tem algo a dizer.

Todas as colunas de Rebeca Almeida

river, water, wave
Colunas

Piracema perfeita

Vamos ver os peixes subindo o rio Atravessar pulando rochas rasas Sem medo da água profunda Depois da chuva Vamos nos envolver na brisa molhada matinal Em direção ao casebre de nossos pais As roupas mais tarde secarão no varal

beer, cold, drink
Colunas

Beijos boêmios babados

Coisa assim, tão natural: amilase salivar. Já parou pra pensar que a quebra do amido começa na boca? Talvez jamais, talvez sim, mas num momento de profunda confusão com os processos digestivos humanos. Claro que não, quem se lembra dessas

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