Bruno Sanches

Bruno Sanches nasceu em Bauru. Tem 36 anos, e é Graduado em Ciências Sociais pela Unesp de Marília e especializado em Antropologia pela Unisagrado. É membro da Academia Bauruense de Letras. Escreve contos, crônicas, poesias, artigos de opinião, resenhas de livros e de discos. Mediou Clube de Leitura no Sesc Bauru em 2016, e atualmente participa do Clube de Leitura Cevadas Literárias, sendo um dos criadores e organizadores. Participou também de algumas antologias da cidade, como Natal, Sempre Natal, Antologia da ABLetras, e Expressão Poética – 18 anos. Em 2020, lançou o seu primeiro livro de contos, chamado O Fim e o Começo, à venda pelo site da editora Mireveja.

Todas as colunas de Bruno Sanches

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Uma branca sombra pálida

Lygia, você ainda vive por aqui. Desde o seu passamento, fiquei pensando muito naquele seu conto “Uma Branca Sombra Pálida”, que está no seu livro “A Noite Escura e Mais Eu”. Em 2016, mediei um clube de leitura no Sesc

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Dá uma chance aí, ó pá!

Tem uns três anos que comecei a ouvir música portuguesa. Pesquisar artistas, bandas e ritmos musicais do além mar. E, desde então, tenho encontrado uma infinidade de coisas muito interessantes. A primeira paixão foi o disco homônimo de Luís Severo:

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Uma percepção filosófica dos cringe

Até uns dias atrás, nunca tinha ouvido falar a palavra cringe. Tá certo que não sou lá um conhecedor do vernáculo anglo-saxão, mas cringe ganhou um significado muito particular a partir de um meme, em que uma boneca descolada diz

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Das neuroses da pandemia – O Mato que Cresceu na Sacada

Na pandemia, assim como muita gente, adquiri novos hábitos. Comecei a cozinhar com mais frequência, graças aos canais de YouTube da Rita Lobo, Mohammad e Chef Taico. Virei pai de pet como muita gente também – e o Dedé tem

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A inconfundível voz

Na época da infância, muitas vezes quando ouvia alguma voz de um locutor de rádio, ficava pensando: como será que é essa pessoa? Que rosto ela tem? E não somente no rádio: basta lembrarmo-nos de Lombardi, por muitos anos o

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Bom descanso

Caro leitor, antes de ler as primeiras palavras desta crônica, gostaria de perguntar algo bastante íntimo, se me permite: você teve uma boa noite de sono antes de começar essa leitura? É imprescindível pensar nisso, ainda que a resposta seja

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Horário de verão (In memorian)

O horário de verão teria terminado sábado (dia 20/02), o primeiro sábado após o feriado de carnaval que não existiu. Mas, como todos devem saber, o horário de verão também deixou de existir. Aliás, foi uma das primeiras ações do

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